Oi, Sou Natasha Dickinson, tenho 25 anos, nascida no dia 29/08,
sou de Santa Maria - RS (Adoro meu estado), estudo Informática ( tb adoro
Computadores) e
Trabalho....
Olha quantos(as)Amiguinhos(As)por Aqui !!!!
online
Quer me encontrar:
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nathy_dickinson@yahoo.com.br
:ORKUT:
Natasha Dickinson
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Eu sou curiosa e Você???

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>> MEU PASSADO <<
Gosto de:
Ouvir música..muita música de qualidade.. Rock n' Roll, Heavy Metal, Gothic Metal..;
Escrever Poesias...
Ler (Isso é Cultura),
Passar horas na frente do micro....(meu passatempo favorito)
Caminhar e sentir o vento batendo no rosto.
Animais que Gosto:
Borboletas...adoro a cor, e acho estes seres tão delicados;
Gatos, pois são tão independêntes e meigo tb;
Coelho, são tão fofinhos...
O que mais me atrai nas pessoas::
Pessoas são repletas de qualidades, mas a que mais me atrai é a Amizade,
quem não tem amigos, é alguém que esta só;
O carinho expresso pelas pessoas, a forma como elas estão presentes em nossas vidas;
A lealdade;
Sinceridade e Honestidade;
Pessoas que me façam rir, sem serem irônicas e debochadas;
e Por fim, pessoas carinhosas, que saibam valorizar os outros.
Não Gosto de:
Bebedeiras, pois isso não curto sair e encher a cara, isso é coisa de gente medíocre,
acho estranho demais pessoas inteligentes,
que se estragam só para fazer grau e entrar na ondo dos outros,
saindo por ai, bebendo e fazendo papel de ridículos,
pq se acham tão inportantes quando fazem isso? O que querem, um prêmio?
fazer só pq os outros também estão fazendo (maria-vai-com-as-outras);
Também não gosto de Pagode, Reagge, Música que chega nas rádios e pupulariza;
Não curto injustiças, escândalos, brigas;
Ganância ( tem gente capaz de tudo para conseguir o que quer...credo, coisa feia, somos sres
humanos, racionais);
E por fim, coisas mal entendidas.
Não gosto de Gente:
Falsa, Hipócrita;
Gente bêbada, que acha que a vida se resume num copo de cerveja;
Falsos Amigos;
Gente mal agradecida, que não sabe reconhecer qdo recebe uma ajuda ou um carinho.
Mais um pouco de Mim:
Sou muito sincera;
Falo o que penso, por isso me julgam invocada, mas melhor ser assim e falar a verdade do que
fingir algo
que não é;
Sou carinhosa, amiga e amável, mas apenas com quem sabe em entender.
Música:
Curto rock n' Roll e Heavy Metal, isso é óbvio e as bandas que curto são:
Nightwish;
Iron Maiden;
Led Zeppelin;
Pink Floyd;
Rammstein;
Metallica;
Creedence;
Ramones;
Algumas mais Pop:
Capital Inicial;
IRA!;
Nenhum de Nós;
Titãs;
Nocet ( Banda Aqui da minha cidade);
Belos e Malditos ( Banda aqui da minha cidade);
Filmes que vi e Adorei:
=>Minority Report ( muito legal a tecnologia);
=> Uma Linda Mulher ( O clássico dos Clássicos);
=> 10 Coisas que odeio em Você ( esse é típico rsrs);
=> Ela é Demais ( Muito Show...Aquele carinha do filme então...hummmmm);
=> O Chamado ( Nossa que medo ...);
=> Gaiola das Loucas ( muito engraçado aquelas bichas rsrs);
=> A.I. ( Chorei muittooo);
=> Oléo de Lorenzo(Emocionante);
=> Efeito Borboleta ( Nossa, sai de lá chocada com tudo e mais ainda com a beleza do
ator..nooossaa!!!);
=> Nunca fui Beijada ( Lembrei de qdo era feia demais p ser beijada);
Blogs dos Amigos:
Sites que freqüênto:
A pedidos eu resolvi colocar aqui algumas coisinhas sobre o Filme que tem o
mesmo nome do meu Blog.
Elenco:
Ashton Kutcher, Amy Smart, Eric Stoltz, Elden Henson, Ethan Suplee, Melora Walters
Direção:
Eric Bress
Gênero:
Suspense
Estúdio:
Europa Filmes
Estréia:
16 de Julho de 2004
Sinopse:
Ashton Kutcher é Evan Treborn, jovem estudante de psicologia que teve diversos problemas
enquanto criança e adolescente, sofrendo de desmaios e bloqueios de memória. Após reencontro com
seu amor de infância, Kayleigh (Amy Smart, de ''Tá Todo Mundo Louco''), Evan descobre que, ao ler
seu diário, consegue enviar sua consciência adulta para o passado, em seu corpo de criança. Ele altera
atitudes e muda completamente o seu destino, de sua namorada e amigos. Mas Evan rapidamente
descobre que ter o dom de manipular o passado, não significa controlar o futuro.
Um pouco mais sobre o filme:
Temas do Filme
A faixa que finaliza O Efeito Borboleta é “Stop Crying Your Heart Out”, com Oasis. Aproveitando, para quem se interessou também pelo trailer deste filme, a banda que aparece é a Staind, com a música “It's Been a While”.
By Cinema em Cena
Depois de passar a infância e a adolescência sofrendo acessos misteriosos que deixaram
verdadeiras lacúnas em sua memória, o jovem Evan (Kutcher) descobre, por acaso, que a leitura de
seus antigos diários, que registram os momentos dos 'apagões', é capaz de levá-lo de volta no tempo,
permitindo que ele altere acontecimentos de seu passado. Infelizmente, ao retornar ao presente, ele
percebe que suas ações resultaram em graves repercussões para várias pessoas ¿ e suas tentativas
seguintes de 'consertar' tudo vão complicando as coisas ainda mais.
Escrito por
J. Mackye Gruber e Eric Bress
(também co-diretores do projeto), que já haviam brincado com a noção de "alterar o
destino" em Premonição 2 , o filme investe sua meia hora inicial no desenvolvimento da
premissa, sem deixar que o espectador perceba claramente para onde tudo está caminhando e, com
isso, consegue criar um bom clima de tensão ao mesmo tempo em que apresenta seus personagens,
que, em suas versões mais jovens, são interpretados por atores-mirins surpreendentemente
talentosos. Além disso, a extensa introdução da narrativa cumpre o importante papel de estabelecer
situações que serão revisitadas várias vezes ao longo da projeção, o que é fundamental para que o
público possa compreender o que irá ocorrer.
Aliás, é justamente esta fluidez na cronologia da história que transforma O Efeito
Borboleta em um longa sempre envolvente: a cada "viagem" que faz, Evan ganha novas
memórias referentes às realidades que cria o que, ao mesmo tempo em que o surpreende, o prepara
para lidar com os problemas que encontra. (Ainda assim, o filme falha ao mostrar as lembranças
"antigas" do rapaz sendo apagadas, já que, aparentemente, ele jamais esquece os "mundos" paralelos
que visita.) E o que é melhor: determinados a explorar a premissa ao máximo, Gruber e Bress
desenvolvem soluções bastante criativas para os dramas do herói, como, por exemplo, ao explicarem
o que ocorria durante os "acessos" deste, e, é claro, ao incluírem uma seqüência em que o
protagonista tenta convencer um outro personagem de que é capaz de viajar no tempo.
Por outro lado, os roteiristas falham ao apostarem apenas em mudanças extremamente
radicais entre as realidades paralelas visitadas por Evan, que sempre incluem a morte de algum indivíduo
próximo a ele ou alguma tragédia do tipo e, em muitos casos, o recurso soa forçado (como na cena
em que a mãe do rapaz surge doente). E o que é pior: o herói nunca encontra muitas dificuldades para
identificar exatamente qual é o problema a ser "corrigido", já que não há a menor sutileza no roteiro e
isto torna a missão de Evan muito fácil, como se ele apenas pensasse: "Hum, preciso consertar X e Y
e, para isso, tenho que fazer W e Z". Ora, na vida raramente podemos apontar com precisão o que
está 'errado' e O Efeito Borboleta se beneficiaria caso retratasse este fato. Como se não
bastasse, o envolvimento entre o sujeito e sua amiga de infância soa forçado, como se, de uma hora
para outra, uma paixão avassaladora tivesse sido exigida pelo roteiro.
Assumindo um personagem dramático pela primeira vez em sua carreira, Ashton Kutcher
(Recém-Casados) revela-se uma escolha inadequada para o papel. Não que ele seja um desastre; o
fato é que o ator simplesmente não possui o 'peso' necessário para sustentar uma trama carregada
como esta e sua bagagem cômica representa uma terrível distração, dificultando, para o espectador, a
tarefa de levá-lo a sério. (Porém, não havia muita escolha, já que foi somente graças a Kutcher que o
projeto saiu da gaveta daí seu crédito de produtor executivo). Já Amy Smart se sai melhor ao viver
diversas versões da sofrida Kayleigh, enquanto os talentosos Eric Stoltz e Melora Walters pouco fazem
como o mau-caráter Sr. Miller e a abnegada mãe de Evan.
Embora se mostre corajoso ao incluir seqüências que envolvem pedofilia, violência contra
animais e abuso sexual entre prisioneiros, O Efeito Borboleta comete um terrível erro em seu
ato final: depois de sugerir uma explicação surpreendente (oferecida por um certo Dr. Redfield) que o
engrandeceria, o roteiro não apenas descarta a idéia como ainda apela para uma solução que trai todas
as regras determinadas pela própria história, o que é lamentável.
Assim, é impossível evitar uma certa sensação de decepção, já que o filme esteve muito
perto de se tornar brilhante como o similar (mas vastamente superior) Donnie Darko. Pena que a dupla
de roteiristas não pôde realizar façanha semelhante à de seu herói e voltar no tempo a fim de rever
suas decisões. Este terceiro ato bem que merecia uma nova chance.
OBS: O texto acima foi extraido do site: Cinema - www.cinema.art.br e do site
Cinepop - www.cinepop.com.br
Por Mim:
Achei o filme surpreendendte, pois confesso que quando fui assisti-lo, minhas experctativas
não eram as melhores, pois havia ouvido comentários a respeito, dos quais não me chamaram a
atenção, mas de curiosa eu fui ver....
Bem como disse o filme realmente me surpreendeu, pois além de ter um elenco composto
por atores pouco conhecidos - isso é bom, pois eles não ficam naquela de um querer aparecer mais
que o outro - o filme trás uma história que chama a atenção das pessoas para a tela, fica impossível
se quer "piscar", pois ficamos apreensivos a cada segundo, depois que passa do meio do filme, onde
"Evan" passam a mudar o seu passado.
As coisas acontecem e quem esta de fora assistindo, fica louco para se meter e avisar o cara
que assim como esta fazendo não vai dar certo, enfim...
Recomendo este filme, pelo enredo entusiasmante e também para as meninas, recomendo
pelo ator....rsrsrs
Créditos
