Quinta-feira, Abril 27, 2006
A conversa de segunda-feira pela madrugada, aquilo que vc me disse, me fez pensar, e ai falei com ela, todos tinham razão, esta é minha resposta:
Na Sua Estante
by Pitty
Te vejo errando e isso não é pecado,
Exceto quando faz outra pessoa sangrar
Te vejo sonhando e isso dá medo
Perdido num mundo que não dá pra entrar
Você está saindo da minha vida
E parece que vai demorar
Se não souber voltar, ao menos mande notícias
'Cê acha que eu sou louca
Mas tudo vai se encaixar
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estante
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Só por hoje não quero mais te ver
Só por hoje não vou tomar a minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se curam
E essa abstinência uma hora vai passar
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Quinta-feira, Abril 13, 2006
A arte de gostar de mulher
Ainda nos meus tempos de graduação em jornalismo na Uerj, fui assistir a uma palestra do fotógrafo André Arruda, que foi do JB, Globo e trabalhava, entre outras coisas, com moda. Em determinado momento da palestra ele relatava a sua experiência em fotografar nu artístico e soltou a seguinte frase: "para fotografar nu feminino é preciso gostar de mulher". Eu sorri, porque na minha cabeça aquilo parecia meio óbvio, mas antes que qualquer um fizesse algum comentário ele completou.
- Não se trata de gostar de mulher no sentido sexual, ter tesão por mulher nua, essas coisas. Isso pode ter também. Mas se trata de gostar de mulher em um sentido mais profundo. Gostar do universo feminino. Observar que cada calcinha é única, tem uma rendinha diferente e ficar entretido com isso - afirmou.
O fato é que eu concordo com o conceito do Arruda sobre gostar de mulher. Não basta ser heterossexual, o machão latino. Para gostar de verdade de uma mulher são necessários outros requisitos que são raros. Por isso a mulherada anda tão insatisfeita. Sensibilidade é fundamental. Paciência também. O homem que não tem paciência para escutar a necessidade que a mulher tem de falar, ou sensibilidade para cativá-la a cada dia não gosta de mulher. Pode gostar de sexo com mulher. O que é bem diferente.
Gostar de mulher é algo além, é penetrar em seu universo, se deliciar com o modo com que ela conta todo o seu dia, minuto por minuto, quando chega do trabalho. Ficar admirando seu corpo, ser um verdadeiro devoto do corpo feminino, as curvas, o cabelo, seios. Mas também cultuar a sagacidade feminina, sua intuição, admirar seu sorriso que é muito mais espontâneo que o nosso. Gostar de mulher é querer fazer a mulher feliz. Levar flores no trabalho sem nenhum motivo a não ser o de ver seu sorriso. É escutar, pacientemente, todas as queixas da chefa rabugenta, que provavelmente é assim porque seu homem não gosta de mulher.
O homem que gosta de mulher não está preocupado em quantas mulheres ele comeu durante a vida, mas sim com a qualidade do sexo que teve. Quantas mulheres ele realizou sexualmente, fazendo-as se sentirem desejadas, amadas, únicas, deusas, na cama e na vida. O homem que gosta de mulher não come mulher. Ele penetra não só no corpo, mas na alma, respirando, sentindo, amando cada pedacinho do corpo, e, é claro, da personalidade.
"Para viver um grande amor é necessário ser de sua dama por inteiro", afirmou Vinícius de Morais no poema " Para viver um grande amor". Para amar verdadeiramente uma mulher o homem deve ser totalmente fiel, amá-la até a raiz dos cabelos. Admirá-la, se deixar apaixonar todo dia pelo seu sorriso ao despertar e principalmente conquistá-la, seduzi-la, como se fosse a primeira vez.
O homem que não tem paciência, nem tesão, nem competência para seduzir a mulher várias e várias vezes, não se iluda, não gosta nem um pouco de mulher. Conquistar o corpo e a alma de uma mulher é algo tão gratificante que tem que ser tentado várias vezes. Só que alguns homens, os que não gostam de mulher, querem conquistar várias mulheres. Os que gostamos de mulher é que conquistamos várias vezes a mesma mulher. E isso nos gratifica, nos fortalece e nos dá uma nova dimensão. A dimensão da poesia, do amor e em última instância do impenetrável universo feminino.
Mas atenção amigos que gostam de mulher: gostar de mulher e penetrar em seu universo não é torná-las cativas e sim libertá-las, admirá-las em sua insuperável liberdade. Uma das músicas com que mais me identifico é uma em inglês - por incrível que pareça, para um nacionalista e anti-imperialista convicto. É a Have you really loved a woman? do cantor Bryan Adams. A música foi tema do filme Don Juan de Marco, e em uma tradução livre quer dizer "você já amou realmente uma mulher?". Em toda a música o cantor fala sobre a necessidade de se conhecer os pensamentos femininos, sonhos, dá-la apoio, para amar realmente uma mulher. Essa música é perfeita. Como se vê, gostar de comer mulher é fácil. Agora gostar de mulher é dificílimo. Precisa ser macho de verdade para isso. Quem se habilita?
Texto de Rafael Mart
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Sábado, Abril 01, 2006
" É praticamente uma lei
na vida que, quando uma porta
se fecha para nós, outra se abre.
A dificuldade está em que, freqüentemente,
ficamos olhando com tanto pesar a porta
fechada, que não vemos aquela que abriu."
(Andrew Carnegie)
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O Efeito Borboleta (The Butterfly Effect)
Olá!!!
Bem Vindo ao
EFEITO BORBOLETA !!!
Sou A Borboleta,
tenho 25 anos,
Sopro velinhas no dia 29/08,
Sou de Santa Maria - RS - Brasil
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Adjetivo: Prestativa;
Amigo(a): Deus e Minha Mãe;
Amizade: Cada amigo que colhemos no jardim da vida tem sua essência, alguns tem ela mais concentrada, outros mais equilibrada e outros ainda tão suave que somente com a alma podemos sentí-la..
Amor: O Amor não é pra mim, o Amor é para os que acreditam nele;
Barulho: da Chuva;
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Brincos: 1 na orelha esquerda, 3 na orelha direita;
Cheiro: De chuva molhando a terra e de Erva doce;
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Defeito: Impulsividade;
Eu: "Só falo com os da minha espécie".
Flor: Rosa e Orquidea;
Frase: Posso me adaptar a qualquer situação, mas jamais mudar a minha essência;
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Lugar: onde eu posso ficar só;
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Piercing: não é pra mim;
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Religião: respeito todas
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Sobre o Amor: Príncipe Encantado só há um e está na cama com a Cinderela;
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Virtude: sinceridade (dizem que às vezes é um grave defeito) e amizade;
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Olha quantos(as)Amiguinhos(As)por Aqui !!!!
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Curto rock n' Roll e Heavy Metal, isso é óbvio e as bandas que curto são:
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Nocet ( Banda Aqui da minha cidade);
Belos e Malditos ( Banda aqui da minha cidade);
*---* Filmes que vi e Adorei: *---*
=>Minority Report ( muito legal a tecnologia);
=> Uma Linda Mulher ( O clássico dos Clássicos);
=> 10 Coisas que odeio em Você ( esse é típico rsrs);
=> Ela é Demais ( Muito Show...Aquele carinha do filme então...hummmmm);
=> O Chamado ( Nossa que medo ...);
=> Gaiola das Loucas ( muito engraçado aquelas bichas rsrs);
=> A.I. ( Chorei muittooo);
=> Oléo de Lorenzo(Emocionante);
=> Efeito Borboleta ( Nossa, sai de lá chocada com tudo e mais ainda com a beleza do
ator..nooossaa!!!);
=> Nunca fui Beijada ( Lembrei de qdo era feia demais p ser beijada);
=> Jogos Mortais (muito bem bolado);
*---* Blogs dos Amigos:: *---*
A pedidos eu resolvi colocar aqui algumas coisinhas sobre o Filme que tem o
mesmo nome do meu Blog.
Elenco:
Ashton Kutcher, Amy Smart, Eric Stoltz, Elden Henson, Ethan Suplee, Melora Walters
Direção:
Eric Bress
Gênero:
Suspense
Estúdio:
Europa Filmes
Estréia:
16 de Julho de 2004
Sinopse:
Ashton Kutcher é Evan Treborn, jovem estudante de psicologia que teve diversos problemas
enquanto criança e adolescente, sofrendo de desmaios e bloqueios de memória. Após reencontro com
seu amor de infância, Kayleigh (Amy Smart, de ''Tá Todo Mundo Louco''), Evan descobre que, ao ler
seu diário, consegue enviar sua consciência adulta para o passado, em seu corpo de criança. Ele altera
atitudes e muda completamente o seu destino, de sua namorada e amigos. Mas Evan rapidamente
descobre que ter o dom de manipular o passado, não significa controlar o futuro.
Um pouco mais sobre o filme:
Temas do Filme
A faixa que finaliza O Efeito Borboleta é “Stop Crying Your Heart Out”, com Oasis. Aproveitando, para quem se interessou também pelo trailer deste filme, a banda que aparece é a Staind, com a música “It's Been a While”.
By Cinema em Cena
Depois de passar a infância e a adolescência sofrendo acessos misteriosos que deixaram
verdadeiras lacúnas em sua memória, o jovem Evan (Kutcher) descobre, por acaso, que a leitura de
seus antigos diários, que registram os momentos dos 'apagões', é capaz de levá-lo de volta no tempo,
permitindo que ele altere acontecimentos de seu passado. Infelizmente, ao retornar ao presente, ele
percebe que suas ações resultaram em graves repercussões para várias pessoas ¿ e suas tentativas
seguintes de 'consertar' tudo vão complicando as coisas ainda mais.
Escrito por
J. Mackye Gruber e Eric Bress
(também co-diretores do projeto), que já haviam brincado com a noção de "alterar o
destino" em Premonição 2 , o filme investe sua meia hora inicial no desenvolvimento da
premissa, sem deixar que o espectador perceba claramente para onde tudo está caminhando e, com
isso, consegue criar um bom clima de tensão ao mesmo tempo em que apresenta seus personagens,
que, em suas versões mais jovens, são interpretados por atores-mirins surpreendentemente
talentosos. Além disso, a extensa introdução da narrativa cumpre o importante papel de estabelecer
situações que serão revisitadas várias vezes ao longo da projeção, o que é fundamental para que o
público possa compreender o que irá ocorrer.
Aliás, é justamente esta fluidez na cronologia da história que transforma O Efeito
Borboleta em um longa sempre envolvente: a cada "viagem" que faz, Evan ganha novas
memórias referentes às realidades que cria o que, ao mesmo tempo em que o surpreende, o prepara
para lidar com os problemas que encontra. (Ainda assim, o filme falha ao mostrar as lembranças
"antigas" do rapaz sendo apagadas, já que, aparentemente, ele jamais esquece os "mundos" paralelos
que visita.) E o que é melhor: determinados a explorar a premissa ao máximo, Gruber e Bress
desenvolvem soluções bastante criativas para os dramas do herói, como, por exemplo, ao explicarem
o que ocorria durante os "acessos" deste, e, é claro, ao incluírem uma seqüência em que o
protagonista tenta convencer um outro personagem de que é capaz de viajar no tempo.
Por outro lado, os roteiristas falham ao apostarem apenas em mudanças extremamente
radicais entre as realidades paralelas visitadas por Evan, que sempre incluem a morte de algum indivíduo
próximo a ele ou alguma tragédia do tipo e, em muitos casos, o recurso soa forçado (como na cena
em que a mãe do rapaz surge doente). E o que é pior: o herói nunca encontra muitas dificuldades para
identificar exatamente qual é o problema a ser "corrigido", já que não há a menor sutileza no roteiro e
isto torna a missão de Evan muito fácil, como se ele apenas pensasse: "Hum, preciso consertar X e Y
e, para isso, tenho que fazer W e Z". Ora, na vida raramente podemos apontar com precisão o que
está 'errado' e O Efeito Borboleta se beneficiaria caso retratasse este fato. Como se não
bastasse, o envolvimento entre o sujeito e sua amiga de infância soa forçado, como se, de uma hora
para outra, uma paixão avassaladora tivesse sido exigida pelo roteiro.
Assumindo um personagem dramático pela primeira vez em sua carreira, Ashton Kutcher
(Recém-Casados) revela-se uma escolha inadequada para o papel. Não que ele seja um desastre; o
fato é que o ator simplesmente não possui o 'peso' necessário para sustentar uma trama carregada
como esta e sua bagagem cômica representa uma terrível distração, dificultando, para o espectador, a
tarefa de levá-lo a sério. (Porém, não havia muita escolha, já que foi somente graças a Kutcher que o
projeto saiu da gaveta daí seu crédito de produtor executivo). Já Amy Smart se sai melhor ao viver
diversas versões da sofrida Kayleigh, enquanto os talentosos Eric Stoltz e Melora Walters pouco fazem
como o mau-caráter Sr. Miller e a abnegada mãe de Evan.
Embora se mostre corajoso ao incluir seqüências que envolvem pedofilia, violência contra
animais e abuso sexual entre prisioneiros, O Efeito Borboleta comete um terrível erro em seu
ato final: depois de sugerir uma explicação surpreendente (oferecida por um certo Dr. Redfield) que o
engrandeceria, o roteiro não apenas descarta a idéia como ainda apela para uma solução que trai todas
as regras determinadas pela própria história, o que é lamentável.
Assim, é impossível evitar uma certa sensação de decepção, já que o filme esteve muito
perto de se tornar brilhante como o similar (mas vastamente superior) Donnie Darko. Pena que a dupla
de roteiristas não pôde realizar façanha semelhante à de seu herói e voltar no tempo a fim de rever
suas decisões. Este terceiro ato bem que merecia uma nova chance.
OBS: O texto acima foi extraido do site: Cinema - www.cinema.art.br e do site
Cinepop - www.cinepop.com.br
Por Mim:
Achei o filme surpreendendte, pois confesso que quando fui assisti-lo, minhas experctativas
não eram as melhores, pois havia ouvido comentários a respeito, dos quais não me chamaram a
atenção, mas de curiosa eu fui ver....
Bem como disse o filme realmente me surpreendeu, pois além de ter um elenco composto
por atores pouco conhecidos - isso é bom, pois eles não ficam naquela de um querer aparecer mais
que o outro - o filme trás uma história que chama a atenção das pessoas para a tela, fica impossível
se quer "piscar", pois ficamos apreensivos a cada segundo, depois que passa do meio do filme, onde
"Evan" passam a mudar o seu passado.
As coisas acontecem e quem esta de fora assistindo, fica louco para se meter e avisar o cara
que assim como esta fazendo não vai dar certo, enfim...
Recomendo este filme, pelo enredo entusiasmante e também para as meninas, recomendo
pelo ator....rsrsrs
Créditos

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