Quinta-feira, Junho 22, 2006
Eu assisti DOM, o filme que é uma adaptação de Dom Casmurro de Machado de Assis, depois eu ouvi Capital Inicial, a música dos "Olhos Vermelhos", então me pus a pensar...
Será que estou precisando me apaixonar de novo?
Vai fazer um ano que terminei meu namoro, prometi a mim mesma que jamais cometeria os mesmos erros, que não iria mais me apaixonar e que se em algum momento eu fraquejasse e viesse a sentir falta de algum, ou de alguma coisa que não se explica, eu tentaria na pensar, procurando me distrair e pensar apenas nas coisas ruins que uma paixão pode trazer.
Muitos devem me achar radical demais por pensar assim, mas na minha balança sentimental, mais vale alguns minutos sentindo a falta do que não tenho, do que intermináveis momentos de angustia, dúvidas e aflições, pensando em alguém que deve lembrar de mim quando estiver a fim de ir para cama.
Mas ai eu penso que talvez fosse mesmo necessário uma paixão agora, para trazer de volta à vida, aquela parte minha que esta morta, pra que eu me queira bem novamente, para rir e brincar, para me distrair. Mas se todas as vezes que eu me apaixonei, não fui correspondida e todas as vezes que estive com alguém, foi por compaixão, um tipo de gratidão, o que seria desta vez?
Sabe, ainda não surgiu (e talvez nem surja tão cedo), alguém que desperte em mim algo mais, que me faça mudar de idéia quanto a isso, eu ainda quero estar só, gosto disto. Quero ter minha vida, por mais que doa ver gente passando alegre, com aquele brilho nos olhos, sorrindo por terem alguém do lado, por estarem apaixonados.
Quero continuar e deixar as coisas do jeito que estão indo dormir todas as noites com o coração vazio, mas com alma alegre e assim ao acordar, não ter de ficar com aquele enorme ponto de interrogação, me perguntando: Será que: ele vai ligar, ele esteve em casa à noite passada, ele vai querer me ver... Enfim.
No filme DOM, Bento se apaixona perdidamente por Ana, por sua beleza, ela é encantadora, e ela aprende a amá-lo, mas esta paixão deixa "Dom" insano, ele começa a ver coisas onde não existe, ele enlouquece e Ana morre por causa deste amor.
Na vida real eu não tenho essa beleza, não sou uma Ana, com olhos de ressaca e nem tampouco terei um Dom para me amar, então se for assim... Para que me apaixonar, para viver de compaixão?
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Terça-feira, Junho 20, 2006
- Dúvidas;
- Mistérios;
- Recusas;
Hoje eu me pergunto o que mais pode acontecer?
Tudo acontece tão de repente, vem do nada, entra e ocupa um espaço enorme dentro da gente.
Um dia você passa a não olhar mais para os lados, no outro você liga, olha e cumprimenta.
O que é uma mulher inteligente?
O que ela representa para você?
Te assusta?
Inteligência para mim é afrodisíaco, mas isso não cabe a todos.
Eu ainda sou quem eu era, mas lá no fundo, por fora.. estou seca, podes tentar, mas não garanto nada. Também não serei um simples objeto de desejo, para isso eu o tenho, é mutuo.
Que mistérios são esses que giram em torno destas pessoas? O que querem de nós?
No fim.. tenho tantas duvidas, tanto receio, que só faço é recusar.
Mas de uma coisa eu tenho certeza... se a oferta fosse de Amor...sim..esse Amor que todos falam que existe... ai não havia recusa.
εїз - - εїз - - εїз - - εїз - - εїз - - εїз - - εїз - - εїз - - εїз - - εїз - - εїз
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra é bobagem.
Vc não só não esquece a outra pessoa, como pensa muito mais ela...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável.
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples.
Um dia percebemos que o comum não nos atrai.
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em vc.
Um dia saberemos a importância da frase:
"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."
Um dia percebemos que somos muito importantes para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas aí já é tarde demais.
Um dia descobrimos que apesar de viver quase cem anos, esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para dizer tudo o que tem que ser dito.
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras.
QUEM NÃO COMPREENDE UM OLHAR TAMPOUCO COMPREENDERÁ UMA EXPLICAÇÃO!!!
Mario Quintana
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Segunda-feira, Junho 12, 2006
FELIZ DIA DOS NAMORADOS
Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo.
Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namoro de verdade é
muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva, lágrima, nuvem,
quindim, brisa ou filosofia.
Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil.
Mas, namorado, mesmo, é muito difícil. Namorado não precisa ser o mais bonito,
mas aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente
treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa
ser parruda, decidida ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de
aflição. Quem não tem namorado, não é que não tem um amor: é quem não sabe o
gosto de namorar. Se você tem pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e
dois amantes, mesmo assim pode não ter um namorado.
Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas,
medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho. Não tem namorado quem
transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa
é quem ama sem alegria. Não tem namorado quem faz pacto de amor apenas com a
infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida,
fugida ou impossível de durar.
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas: de carinho escondido na
hora em que passa o filme: de flor catada no muro e entregue de repente, de poesia
de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar, de
gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada; de ânsia enorme de viajar
junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico
ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, fazer cesta abraçado, fazer
compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar
horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de
alegria pela lucidez do amor. Não tem namorado quem não redescobre a criança própria
e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira d'agua, show do Milton
Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos e musical da Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros,
quem não recorta artigos, quem não chateia com o fato de o seu bem ser paquerado. Não
tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar.
Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana,
na madrugada ou meio-dia de sol em plena praia cheia de rivais. Não tem namorado quem
ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz
sexo sem esperar o outro ir junto com ele. Não tem namorado quem confunde solidão com
ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo,
e quem tem medo de ser afetivo. Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor
é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e de medo, ponha a saia mais leve,
aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras,
e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada, e coração estouvado,
saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e
sorria lírios para quem passe debaixo da janela.
Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como
se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uam névoa de borboletas,
cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteira: Se
você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer
a vida parar e de repente parecer que faz sentido. Enlou-cresça.
Carlos Drummond de Andradeuquinho necessário a fazer
a vida parar e de repente parecer que faz sentido. Enlou-cresça.
Carlos Drummond de Andrade
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O Efeito Borboleta (The Butterfly Effect)
Olá!!!
Bem Vindo ao
EFEITO BORBOLETA !!!
Sou A Borboleta,
tenho 25 anos,
Sopro velinhas no dia 29/08,
Sou de Santa Maria - RS - Brasil
E-mail: aborbolet@yahoo.com.br
Messenger:

Orkut:

*---* Quer saber mais... *---*
Adjetivo: Prestativa;
Amigo(a): Deus e Minha Mãe;
Amizade: Cada amigo que colhemos no jardim da vida tem sua essência, alguns tem ela mais concentrada, outros mais equilibrada e outros ainda tão suave que somente com a alma podemos sentí-la..
Amor: O Amor não é pra mim, o Amor é para os que acreditam nele;
Barulho: da Chuva;
Bebida: H2O;
Brincos: 1 na orelha esquerda, 3 na orelha direita;
Cheiro: De chuva molhando a terra e de Erva doce;
Cigarro: Odeio;
Defeito: Impulsividade;
Eu: "Só falo com os da minha espécie".
Flor: Rosa e Orquidea;
Frase: Posso me adaptar a qualquer situação, mas jamais mudar a minha essência;
Gesto: Abraço (carinho);
Instrumento: piano;
Livro: Espiritas;
Lugar: onde eu posso ficar só;
Música: The Wall (Pink Floyd);
Piercing: não é pra mim;
Refúgio: Deus
Religião: respeito todas
Sentimento: amizade e compaixão;
Sobre o Amor: Príncipe Encantado só há um e está na cama com a Cinderela;
Tatuagem: uma borboleta azul nas costas;
Verbo: Creer;
Virtude: sinceridade (dizem que às vezes é um grave defeito) e amizade;
*---* Contador *---*
Olha quantos(as)Amiguinhos(As)por Aqui !!!!
online
*---* Recados para Mim: *---*

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*---* Música: *---*
Curto rock n' Roll e Heavy Metal, isso é óbvio e as bandas que curto são:
Nightwish;
Iron Maiden;
Led Zeppelin;
Pink Floyd;
Rammstein;
Metallica;
Creedence;
Ramones;
Algumas mais Pop:
Capital Inicial;
IRA!;
Nenhum de Nós;
Titãs;
Nocet ( Banda Aqui da minha cidade);
Belos e Malditos ( Banda aqui da minha cidade);
*---* Filmes que vi e Adorei: *---*
=>Minority Report ( muito legal a tecnologia);
=> Uma Linda Mulher ( O clássico dos Clássicos);
=> 10 Coisas que odeio em Você ( esse é típico rsrs);
=> Ela é Demais ( Muito Show...Aquele carinha do filme então...hummmmm);
=> O Chamado ( Nossa que medo ...);
=> Gaiola das Loucas ( muito engraçado aquelas bichas rsrs);
=> A.I. ( Chorei muittooo);
=> Oléo de Lorenzo(Emocionante);
=> Efeito Borboleta ( Nossa, sai de lá chocada com tudo e mais ainda com a beleza do
ator..nooossaa!!!);
=> Nunca fui Beijada ( Lembrei de qdo era feia demais p ser beijada);
=> Jogos Mortais (muito bem bolado);
*---* Blogs dos Amigos:: *---*
A pedidos eu resolvi colocar aqui algumas coisinhas sobre o Filme que tem o
mesmo nome do meu Blog.
Elenco:
Ashton Kutcher, Amy Smart, Eric Stoltz, Elden Henson, Ethan Suplee, Melora Walters
Direção:
Eric Bress
Gênero:
Suspense
Estúdio:
Europa Filmes
Estréia:
16 de Julho de 2004
Sinopse:
Ashton Kutcher é Evan Treborn, jovem estudante de psicologia que teve diversos problemas
enquanto criança e adolescente, sofrendo de desmaios e bloqueios de memória. Após reencontro com
seu amor de infância, Kayleigh (Amy Smart, de ''Tá Todo Mundo Louco''), Evan descobre que, ao ler
seu diário, consegue enviar sua consciência adulta para o passado, em seu corpo de criança. Ele altera
atitudes e muda completamente o seu destino, de sua namorada e amigos. Mas Evan rapidamente
descobre que ter o dom de manipular o passado, não significa controlar o futuro.
Um pouco mais sobre o filme:
Temas do Filme
A faixa que finaliza O Efeito Borboleta é “Stop Crying Your Heart Out”, com Oasis. Aproveitando, para quem se interessou também pelo trailer deste filme, a banda que aparece é a Staind, com a música “It's Been a While”.
By Cinema em Cena
Depois de passar a infância e a adolescência sofrendo acessos misteriosos que deixaram
verdadeiras lacúnas em sua memória, o jovem Evan (Kutcher) descobre, por acaso, que a leitura de
seus antigos diários, que registram os momentos dos 'apagões', é capaz de levá-lo de volta no tempo,
permitindo que ele altere acontecimentos de seu passado. Infelizmente, ao retornar ao presente, ele
percebe que suas ações resultaram em graves repercussões para várias pessoas ¿ e suas tentativas
seguintes de 'consertar' tudo vão complicando as coisas ainda mais.
Escrito por
J. Mackye Gruber e Eric Bress
(também co-diretores do projeto), que já haviam brincado com a noção de "alterar o
destino" em Premonição 2 , o filme investe sua meia hora inicial no desenvolvimento da
premissa, sem deixar que o espectador perceba claramente para onde tudo está caminhando e, com
isso, consegue criar um bom clima de tensão ao mesmo tempo em que apresenta seus personagens,
que, em suas versões mais jovens, são interpretados por atores-mirins surpreendentemente
talentosos. Além disso, a extensa introdução da narrativa cumpre o importante papel de estabelecer
situações que serão revisitadas várias vezes ao longo da projeção, o que é fundamental para que o
público possa compreender o que irá ocorrer.
Aliás, é justamente esta fluidez na cronologia da história que transforma O Efeito
Borboleta em um longa sempre envolvente: a cada "viagem" que faz, Evan ganha novas
memórias referentes às realidades que cria o que, ao mesmo tempo em que o surpreende, o prepara
para lidar com os problemas que encontra. (Ainda assim, o filme falha ao mostrar as lembranças
"antigas" do rapaz sendo apagadas, já que, aparentemente, ele jamais esquece os "mundos" paralelos
que visita.) E o que é melhor: determinados a explorar a premissa ao máximo, Gruber e Bress
desenvolvem soluções bastante criativas para os dramas do herói, como, por exemplo, ao explicarem
o que ocorria durante os "acessos" deste, e, é claro, ao incluírem uma seqüência em que o
protagonista tenta convencer um outro personagem de que é capaz de viajar no tempo.
Por outro lado, os roteiristas falham ao apostarem apenas em mudanças extremamente
radicais entre as realidades paralelas visitadas por Evan, que sempre incluem a morte de algum indivíduo
próximo a ele ou alguma tragédia do tipo e, em muitos casos, o recurso soa forçado (como na cena
em que a mãe do rapaz surge doente). E o que é pior: o herói nunca encontra muitas dificuldades para
identificar exatamente qual é o problema a ser "corrigido", já que não há a menor sutileza no roteiro e
isto torna a missão de Evan muito fácil, como se ele apenas pensasse: "Hum, preciso consertar X e Y
e, para isso, tenho que fazer W e Z". Ora, na vida raramente podemos apontar com precisão o que
está 'errado' e O Efeito Borboleta se beneficiaria caso retratasse este fato. Como se não
bastasse, o envolvimento entre o sujeito e sua amiga de infância soa forçado, como se, de uma hora
para outra, uma paixão avassaladora tivesse sido exigida pelo roteiro.
Assumindo um personagem dramático pela primeira vez em sua carreira, Ashton Kutcher
(Recém-Casados) revela-se uma escolha inadequada para o papel. Não que ele seja um desastre; o
fato é que o ator simplesmente não possui o 'peso' necessário para sustentar uma trama carregada
como esta e sua bagagem cômica representa uma terrível distração, dificultando, para o espectador, a
tarefa de levá-lo a sério. (Porém, não havia muita escolha, já que foi somente graças a Kutcher que o
projeto saiu da gaveta daí seu crédito de produtor executivo). Já Amy Smart se sai melhor ao viver
diversas versões da sofrida Kayleigh, enquanto os talentosos Eric Stoltz e Melora Walters pouco fazem
como o mau-caráter Sr. Miller e a abnegada mãe de Evan.
Embora se mostre corajoso ao incluir seqüências que envolvem pedofilia, violência contra
animais e abuso sexual entre prisioneiros, O Efeito Borboleta comete um terrível erro em seu
ato final: depois de sugerir uma explicação surpreendente (oferecida por um certo Dr. Redfield) que o
engrandeceria, o roteiro não apenas descarta a idéia como ainda apela para uma solução que trai todas
as regras determinadas pela própria história, o que é lamentável.
Assim, é impossível evitar uma certa sensação de decepção, já que o filme esteve muito
perto de se tornar brilhante como o similar (mas vastamente superior) Donnie Darko. Pena que a dupla
de roteiristas não pôde realizar façanha semelhante à de seu herói e voltar no tempo a fim de rever
suas decisões. Este terceiro ato bem que merecia uma nova chance.
OBS: O texto acima foi extraido do site: Cinema - www.cinema.art.br e do site
Cinepop - www.cinepop.com.br
Por Mim:
Achei o filme surpreendendte, pois confesso que quando fui assisti-lo, minhas experctativas
não eram as melhores, pois havia ouvido comentários a respeito, dos quais não me chamaram a
atenção, mas de curiosa eu fui ver....
Bem como disse o filme realmente me surpreendeu, pois além de ter um elenco composto
por atores pouco conhecidos - isso é bom, pois eles não ficam naquela de um querer aparecer mais
que o outro - o filme trás uma história que chama a atenção das pessoas para a tela, fica impossível
se quer "piscar", pois ficamos apreensivos a cada segundo, depois que passa do meio do filme, onde
"Evan" passam a mudar o seu passado.
As coisas acontecem e quem esta de fora assistindo, fica louco para se meter e avisar o cara
que assim como esta fazendo não vai dar certo, enfim...
Recomendo este filme, pelo enredo entusiasmante e também para as meninas, recomendo
pelo ator....rsrsrs
Créditos

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