Domingo, Julho 30, 2006

Apêndices e anexos


Diomar Konrad

Segundo os livros de metodologia científica, apêndices e anexos são partes não tão importantes do trabalho que mereçam ficar dentro do mesmo nem descartáveis, ao ponto de terem seu espaço destinado após a bibliografia utilizada. Estão lá, no final de tudo, à espera de um pouco de atenção, de um carinho por parte do leitor. São citados ao longo do texto principal (para saber mais, consulte o apêndice A ou o anexo 2 e depois volte aqui que temos coisas mais importantes para falar). Um dia, quiçá, talvez haja uma revolta interna nos teóricos da metodologia e estes digam que não querem mais esta separação de classes (se é importante, tem que estar no texto, nada de arrumar para eles o "quarto dos fundos", sem vista para a praia do conhecimento). Por enquanto, anexo meu protesto, ou, espere aí, será que coloco meu protesto como apêndice?

A dúvida vem quase que naturalmente. Além de serem relegados a ocupar as partes menos nobres dos trabalhos, dando a impressão de estarem apenas "enchendo lingüiça" (como se diz no jargão científico), estes "restos" de texto ainda têm a sua diferenciação. Diz a metodologia que os apêndices são os "restos" que nós criamos, que nós produzimos, enquanto que os anexos são os "restos" produzidos pelos outros e que nós, sorrateiramente, incluímos no trabalho. Donde se conclui que apêndices e anexos são primos de primeiro grau, cujo parentesco os une no final da fila, nos indigentes e indigestos "depois de tudo". Para diluir o preconceito estendido a ambos, criaram-se as famosas listas (lista de anexos e lista de apêndices), que dão a aparência nobre ao conteúdo, pois constam bem no início, pertinho do sumário. Olha, prezado apêndice e nobre anexo, não se sintam discriminados, você apenas estão depois da fronteira, mas continuam com a nossa nacionalidade.

Daí deduzo que nas relações também temos os nossos apêndices e anexos, ou seja, aquelas pessoas que nos servem, mas não lhes damos a devida importância. Resta saber quais delas nós criamos (os apêndices) e quais delas nos empurraram (os anexos). E aqui não se trata de um problema metodológico, possível de ser resolvido pela ABNT.


Achei interessante esta crônica, acabei de ler num Jornal Local, chamado "Diário de Santa Maria".
Isto nos faz pensar, as vezes não percebemos, mas tem pessoas ao nosso lado que gostam da gente, que nos caras, mas que deixamos de nota-las por algum motivo, descuido, falta de atenção, sei lá, mas estas pessoas sempre notam a gente, sempre estão ali, do nosso lado, sendo amigas, companheiras, não são simples anexos.
Este final de semana aconteceu algo assim comigo.
Já a um certo tempo eu havia combinado com minha amiga que quando minha mãe fosse viajar, ela ficaria aqui comigo, estava tudo certo, até que chegou a hora de ela vir e eu esperando, sabe o que aconteceu, ela me deixou na mão, sim arrumou uma desculpa de que o irmão estava doente e me deixou na mão. Daí a outra minha amiga que também é uma super amiga, mas que não parece ligar muito para gente, pois ta sempre preocupa com as festas e badalações dela, vendo a minha conversa com a outra ( a furona) no telefone, então ela me disse. Eu fico lá com você sem problema, não vou te deixar sozinha, e assim foi, ela me levou para casa, onde passei o dia e a noute ela veio para cá, foi um final de semana muitoooooo bommmmm....além dela também tive a visita de uma pessoa muito querida que eu Amo de paixão. E assim hoje no final do dia eu descobri que aquela minha amiga que não veio porque o irmão estava doente (sabia que era desculpe furada) na verdade não veio porque foi um carinha pra casa dela ficar com ela.
Puxa vida.Que situação hei....
Assim eu percebo quem são de fato meus amigos e quem são os "anexos".



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Quinta-feira, Julho 13, 2006

Dia Mundial do Rock



Hoje, dia 13 de julho, é o Dia Mundial do Rock. O gênero, que consagrou mundialmente nomes como The Beatles, Elvis Presley, Bill Haley and his Comets, Chuck Berry, Jerry Lee Lewis, é representado por diversas ramificações como o hard rock, o progressivo, o heavy metal, o punk rock, entre outros.

Surgido no início da década de 50, logo após, o fim da Segunda Guerra Mundial e da Guerra da Coréia, este estilo recebeu a influência de diversos segmentos musicais da época. Como exemplo, a estrutura rítmica e melódica do blues e a improvisação e o uso intenso dos instrumentos de percussão e sopro característicos do jazz. Aliás, a fusão destes dois ritmos foram os principais responsáveis pela explosão do rock enquanto música de protesto e sinônimo de juventude e rebeldia.

No Brasil, curiosamente, o primeiro rock nacional foi interpretado pela cantora Nora Ney, mais conhecida como "a rainha da fossa", na fase áurea do rádio. Contudo, a popularização do gênero só viria tempos depois com os irmãos Tony e Celly Campelo. Logo depois, a Jovem Guarda, de Roberto Carlos, Wanderléia, Erasmo Carlos cairia nas graças do público por aqui. Daí em diante, nem é preciso dizer da forte repercussão e fama que o movimento possui entre seus fãs e no cenário da música.



PS: no prox post vou colocar uma música que meu amigo Osmair me passou..nao postei hj..pois o dia era dedicado ao Rock..tb pesso desculpas a todos por nao estar atualizando o blog com tanta frequencia e nao estar lhes retribuindo as vistas... mas acabei de entrar de férias.. passei maus bocados este semestre.. finalmente.. consegui conclui-lo passando em todas as matérias, mesmo tendo pego exame em uma das 6, foi bom..aprendi bastante.. mas ando esgotada... assim que der volto aqui e posto mais e retribuo as visitas ok
beijão a Shailen, Osmair, Stephanie, Su , Kuriozza, Raissa Di Lioncourt e Princesinha.

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O Efeito Borboleta (The Butterfly Effect)




Vou te Contar!!!

Olá!!!
Bem Vindo ao
EFEITO BORBOLETA !!!
Sou A Borboleta,
tenho 25 anos,
Sopro velinhas no dia 29/08,
Sou de Santa Maria - RS - Brasil
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Adjetivo: Prestativa;
Amigo(a): Deus e Minha Mãe;
Amizade: Cada amigo que colhemos no jardim da vida tem sua essência, alguns tem ela mais concentrada, outros mais equilibrada e outros ainda tão suave que somente com a alma podemos sentí-la..
Amor: O Amor não é pra mim, o Amor é para os que acreditam nele;
Barulho: da Chuva;
Bebida: H2O;
Brincos: 1 na orelha esquerda, 3 na orelha direita;
Cheiro: De chuva molhando a terra e de Erva doce;
Cigarro: Odeio;
Defeito: Impulsividade;
Eu: "Só falo com os da minha espécie".
Flor: Rosa e Orquidea;
Frase: Posso me adaptar a qualquer situação, mas jamais mudar a minha essência;
Gesto: Abraço (carinho);
Instrumento: piano;
Livro: Espiritas;
Lugar: onde eu posso ficar só;
Música: The Wall (Pink Floyd);
Piercing: não é pra mim;
Refúgio: Deus
Religião: respeito todas
Sentimento: amizade e compaixão;
Sobre o Amor: Príncipe Encantado só há um e está na cama com a Cinderela;
Tatuagem: uma borboleta azul nas costas;
Verbo: Creer;
Virtude: sinceridade (dizem que às vezes é um grave defeito) e amizade;


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Curto rock n' Roll e Heavy Metal, isso é óbvio e as bandas que curto são:

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=>Minority Report ( muito legal a tecnologia);
=> Uma Linda Mulher ( O clássico dos Clássicos);
=> 10 Coisas que odeio em Você ( esse é típico rsrs);
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=> O Chamado ( Nossa que medo ...);
=> Gaiola das Loucas ( muito engraçado aquelas bichas rsrs);
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=> Nunca fui Beijada ( Lembrei de qdo era feia demais p ser beijada);
=> Jogos Mortais (muito bem bolado);



*---* Blogs dos Amigos:: *---*


A pedidos eu resolvi colocar aqui algumas coisinhas sobre o Filme que tem o mesmo nome do meu Blog.

O Efeito Borboleta (The Butterfly Effect)

Elenco:

Ashton Kutcher, Amy Smart, Eric Stoltz, Elden Henson, Ethan Suplee, Melora Walters
Direção: Eric Bress
Gênero: Suspense
Estúdio: Europa Filmes
Estréia: 16 de Julho de 2004

Sinopse:
Ashton Kutcher é Evan Treborn, jovem estudante de psicologia que teve diversos problemas enquanto criança e adolescente, sofrendo de desmaios e bloqueios de memória. Após reencontro com seu amor de infância, Kayleigh (Amy Smart, de ''Tá Todo Mundo Louco''), Evan descobre que, ao ler seu diário, consegue enviar sua consciência adulta para o passado, em seu corpo de criança. Ele altera atitudes e muda completamente o seu destino, de sua namorada e amigos. Mas Evan rapidamente descobre que ter o dom de manipular o passado, não significa controlar o futuro.


Um pouco mais sobre o filme:

Temas do Filme
A faixa que finaliza O Efeito Borboleta é “Stop Crying Your Heart Out”, com Oasis. Aproveitando, para quem se interessou também pelo trailer deste filme, a banda que aparece é a Staind, com a música “It's Been a While”. By Cinema em Cena



Depois de passar a infância e a adolescência sofrendo acessos misteriosos que deixaram verdadeiras lacúnas em sua memória, o jovem Evan (Kutcher) descobre, por acaso, que a leitura de seus antigos diários, que registram os momentos dos 'apagões', é capaz de levá-lo de volta no tempo, permitindo que ele altere acontecimentos de seu passado. Infelizmente, ao retornar ao presente, ele percebe que suas ações resultaram em graves repercussões para várias pessoas ¿ e suas tentativas seguintes de 'consertar' tudo vão complicando as coisas ainda mais.
Escrito por J. Mackye Gruber e Eric Bress (também co-diretores do projeto), que já haviam brincado com a noção de "alterar o destino" em Premonição 2 , o filme investe sua meia hora inicial no desenvolvimento da premissa, sem deixar que o espectador perceba claramente para onde tudo está caminhando e, com isso, consegue criar um bom clima de tensão ao mesmo tempo em que apresenta seus personagens, que, em suas versões mais jovens, são interpretados por atores-mirins surpreendentemente talentosos. Além disso, a extensa introdução da narrativa cumpre o importante papel de estabelecer situações que serão revisitadas várias vezes ao longo da projeção, o que é fundamental para que o público possa compreender o que irá ocorrer.
Aliás, é justamente esta fluidez na cronologia da história que transforma O Efeito Borboleta em um longa sempre envolvente: a cada "viagem" que faz, Evan ganha novas memórias referentes às realidades que cria o que, ao mesmo tempo em que o surpreende, o prepara para lidar com os problemas que encontra. (Ainda assim, o filme falha ao mostrar as lembranças "antigas" do rapaz sendo apagadas, já que, aparentemente, ele jamais esquece os "mundos" paralelos que visita.) E o que é melhor: determinados a explorar a premissa ao máximo, Gruber e Bress desenvolvem soluções bastante criativas para os dramas do herói, como, por exemplo, ao explicarem o que ocorria durante os "acessos" deste, e, é claro, ao incluírem uma seqüência em que o protagonista tenta convencer um outro personagem de que é capaz de viajar no tempo.
Por outro lado, os roteiristas falham ao apostarem apenas em mudanças extremamente radicais entre as realidades paralelas visitadas por Evan, que sempre incluem a morte de algum indivíduo próximo a ele ou alguma tragédia do tipo e, em muitos casos, o recurso soa forçado (como na cena em que a mãe do rapaz surge doente). E o que é pior: o herói nunca encontra muitas dificuldades para identificar exatamente qual é o problema a ser "corrigido", já que não há a menor sutileza no roteiro e isto torna a missão de Evan muito fácil, como se ele apenas pensasse: "Hum, preciso consertar X e Y e, para isso, tenho que fazer W e Z". Ora, na vida raramente podemos apontar com precisão o que está 'errado' e O Efeito Borboleta se beneficiaria caso retratasse este fato. Como se não bastasse, o envolvimento entre o sujeito e sua amiga de infância soa forçado, como se, de uma hora para outra, uma paixão avassaladora tivesse sido exigida pelo roteiro.
Assumindo um personagem dramático pela primeira vez em sua carreira, Ashton Kutcher (Recém-Casados) revela-se uma escolha inadequada para o papel. Não que ele seja um desastre; o fato é que o ator simplesmente não possui o 'peso' necessário para sustentar uma trama carregada como esta e sua bagagem cômica representa uma terrível distração, dificultando, para o espectador, a tarefa de levá-lo a sério. (Porém, não havia muita escolha, já que foi somente graças a Kutcher que o projeto saiu da gaveta daí seu crédito de produtor executivo). Já Amy Smart se sai melhor ao viver diversas versões da sofrida Kayleigh, enquanto os talentosos Eric Stoltz e Melora Walters pouco fazem como o mau-caráter Sr. Miller e a abnegada mãe de Evan.
Embora se mostre corajoso ao incluir seqüências que envolvem pedofilia, violência contra animais e abuso sexual entre prisioneiros, O Efeito Borboleta comete um terrível erro em seu ato final: depois de sugerir uma explicação surpreendente (oferecida por um certo Dr. Redfield) que o engrandeceria, o roteiro não apenas descarta a idéia como ainda apela para uma solução que trai todas as regras determinadas pela própria história, o que é lamentável.
Assim, é impossível evitar uma certa sensação de decepção, já que o filme esteve muito perto de se tornar brilhante como o similar (mas vastamente superior) Donnie Darko. Pena que a dupla de roteiristas não pôde realizar façanha semelhante à de seu herói e voltar no tempo a fim de rever suas decisões. Este terceiro ato bem que merecia uma nova chance.

OBS: O texto acima foi extraido do site: Cinema - www.cinema.art.br e do site
Cinepop - www.cinepop.com.br


Por Mim:

Achei o filme surpreendendte, pois confesso que quando fui assisti-lo, minhas experctativas não eram as melhores, pois havia ouvido comentários a respeito, dos quais não me chamaram a atenção, mas de curiosa eu fui ver....
Bem como disse o filme realmente me surpreendeu, pois além de ter um elenco composto por atores pouco conhecidos - isso é bom, pois eles não ficam naquela de um querer aparecer mais que o outro - o filme trás uma história que chama a atenção das pessoas para a tela, fica impossível se quer "piscar", pois ficamos apreensivos a cada segundo, depois que passa do meio do filme, onde "Evan" passam a mudar o seu passado.
As coisas acontecem e quem esta de fora assistindo, fica louco para se meter e avisar o cara que assim como esta fazendo não vai dar certo, enfim...
Recomendo este filme, pelo enredo entusiasmante e também para as meninas, recomendo pelo ator....rsrsrs
Créditos