Quarta-feira, Novembro 22, 2006

Ando num corre corre só...essas duas semanas serão só de provas, e eu to meio "enforcada" numas disciplinas... mas sabe.. até me emocionei esta semana, fui melhor do que esperava numa prova e fiquei com a segunda melhor média da turma, claro que não foi uma média muito alta, mas pelo menos foi né.. hehee
Mas ando tri cansada, preciso de férias.
O bom é qu eme chamaram de novo para fazer a direção de arte de mais um curta metragem .... "Desaventuras Infantis".




Quantas mentiras nos contaram; foram tantas, que a gente bem cedo começa acreditar, ainda por cima, se achar culpada por ser burra, incompetente e sem condições de fazer da vida uma sucessão de vitórias e felicidades.
Uma das mentiras: que nós, mulheres, podemos conciliar perfeitamente as funções de mãe, esposa, companheira e amante, e ainda por cima ter uma carreira profissional brilhante.
É muito simples: não podemos.
Não podemos; quando você se dedica de corpo e alma a seu filho recém-nascido, que na hora certa de mamar dorme e que à noite, quando devia estar dormindo, chora com fome, não consegue estar bem sexy quando o marido chega, para cumprir um dos papéis considerados obrigatórios na trajetória de uma mulher moderna: a de amante.
Aliás, nem a de companheira; quem vai conseguir trocar uma idéia sobre a poluição da Baía de Guanabara se saiu do trabalho e passou no supermercado rapidinho para comprar uma massa e um molho já pronto para resolver o jantar, e ainda por cima está deprimida porque não teve tempo de fazer uma escova?
Mas as revistas femininas estão aí, querendo convencer as mulheres - e os maridos - de que um peixinho com ervas no forno com uma batatinha cozida al dente, acompanhado por uma salada e um vinhozinho branco é facílimo de fazer - sem esquecer as flores e as velas acesas, claro, e com isso o casamento continuar tendo aquele toque de glamour fun-da-men-tal para que dure por muitos e muitos anos.
Ah, quanta mentira!
Outra grande, diz respeito à mulher que trabalha; não a que faz de conta que trabalha, mas a que trabalha mesmo.
No começo, ela até tenta se vestir no capricho, usar sapato de salto e estar sempre maquiada; mas cedo se vão as ilusões.
Entre em qualquer local de trabalho pelas 4 da tarde e vai ver um bando de mulheres maltratadas, com o cabelo horrendo, a cara lavada, e sem um pingo do glamour - aquele - das executivas da Madson.
Dizem que o trabalho enobrece, o que pode até ser verdade.
Mas ele também envelhece, destrói e enruga a pele, e quando se percebe a guerra já está perdida.
Não adianta: uma mulher glamourosa e pronta a fazer todos os charmes - aqueles que enlouquecem os homens - precisa, fundamentalmente, de duas coisas: tempo e dinheiro.
Tempo para hidratar os cabelos, lembrar de tomar seus 37 radicais livres, tempo para ir à hidroginástica, para ter uma massagista tailandesa e um acupunturista que a relaxe; tempo para fazer musculação, alongamento, comprar uma sandália nova para o verão, fazer as unhas, depilação; e dinheiro para tudo isso e ainda para pagar uma excelente empregada - o que também custa dinheiro.
É muito interessante a imagem da mulher que depois do expediente vai ao toalete - um toalete cuja luz é insuportavelmente branca e fria, retoca a maquiagem, coloca os brincos, põe a meia preta que está na bolsa desde de manhã e vai, alegremente, para uma happy hour.
Aliás, se as empresas trocassem a iluminação de seus elevadores e de seus banheiros por lâmpadas âmbar, os índices de produtividade iriam ao infinito; não há auto-estima feminina que resista quando elas se olham nos espelhos desses recintos.
Felizes são as mulheres que têm cinco minutos - só cinco - para decidir a roupa que vão usar no trabalho; na luta contra o relógio o uniforme termina sendo preto ou bege, para que tudo combine sem que um só minuto seja perdido.
Mas tem as outras, com filhos já crescidos: essas, quando chegam em casa, têm que conversar com as crianças, perguntar como foi o dia na escola, procurar entender por que elas estão agressivas, por que o rendimento escolar está baixo.
E ainda tem as outras que, com ou sem filhos, ainda têm um namorado que apronta, e sem o qual elas acham que não conseguem viver (segundo um conhecedor da alma humana, só existem três coisas sem as quais não se pode viver: ar, água e pão).
Convenhamos que é difícil ser uma mulher de verdade; impossível, eu diria.

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O Efeito Borboleta (The Butterfly Effect)




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Sou de - RS - Brasil
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Adjetivo: Prestativa;
Amigo(a): Deus e Minha Mãe;
Amizade: Cada amigo que colhemos no jardim da vida tem sua essência, alguns tem ela mais concentrada, outros mais equilibrada e outros ainda tão suave que somente com a alma podemos sentí-la..
Amor: O Amor não é pra mim, o Amor é para os que acreditam nele;
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Cheiro: De chuva molhando a terra e de Erva doce;
Cigarro: Odeio;
Defeito: Impulsividade;
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Flor: Rosa e Orquidea;
Frase: Posso me adaptar a qualquer situação, mas jamais mudar a minha essência;
Gesto: Abraço (carinho);
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Música: The Wall (Pink Floyd);
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A pedidos eu resolvi colocar aqui algumas coisinhas sobre o Filme que tem o mesmo nome do meu Blog.

O Efeito Borboleta (The Butterfly Effect)

Elenco:

Ashton Kutcher, Amy Smart, Eric Stoltz, Elden Henson, Ethan Suplee, Melora Walters
Direção: Eric Bress
Gênero: Suspense
Estúdio: Europa Filmes
Estréia: 16 de Julho de 2004

Sinopse:
Ashton Kutcher é Evan Treborn, jovem estudante de psicologia que teve diversos problemas enquanto criança e adolescente, sofrendo de desmaios e bloqueios de memória. Após reencontro com seu amor de infância, Kayleigh (Amy Smart, de ''Tá Todo Mundo Louco''), Evan descobre que, ao ler seu diário, consegue enviar sua consciência adulta para o passado, em seu corpo de criança. Ele altera atitudes e muda completamente o seu destino, de sua namorada e amigos. Mas Evan rapidamente descobre que ter o dom de manipular o passado, não significa controlar o futuro.


Um pouco mais sobre o filme:

Temas do Filme
A faixa que finaliza O Efeito Borboleta é “Stop Crying Your Heart Out”, com Oasis. Aproveitando, para quem se interessou também pelo trailer deste filme, a banda que aparece é a Staind, com a música “It's Been a While”. By Cinema em Cena



Depois de passar a infância e a adolescência sofrendo acessos misteriosos que deixaram verdadeiras lacúnas em sua memória, o jovem Evan (Kutcher) descobre, por acaso, que a leitura de seus antigos diários, que registram os momentos dos 'apagões', é capaz de levá-lo de volta no tempo, permitindo que ele altere acontecimentos de seu passado. Infelizmente, ao retornar ao presente, ele percebe que suas ações resultaram em graves repercussões para várias pessoas ¿ e suas tentativas seguintes de 'consertar' tudo vão complicando as coisas ainda mais.
Escrito por J. Mackye Gruber e Eric Bress (também co-diretores do projeto), que já haviam brincado com a noção de "alterar o destino" em Premonição 2 , o filme investe sua meia hora inicial no desenvolvimento da premissa, sem deixar que o espectador perceba claramente para onde tudo está caminhando e, com isso, consegue criar um bom clima de tensão ao mesmo tempo em que apresenta seus personagens, que, em suas versões mais jovens, são interpretados por atores-mirins surpreendentemente talentosos. Além disso, a extensa introdução da narrativa cumpre o importante papel de estabelecer situações que serão revisitadas várias vezes ao longo da projeção, o que é fundamental para que o público possa compreender o que irá ocorrer.
Aliás, é justamente esta fluidez na cronologia da história que transforma O Efeito Borboleta em um longa sempre envolvente: a cada "viagem" que faz, Evan ganha novas memórias referentes às realidades que cria o que, ao mesmo tempo em que o surpreende, o prepara para lidar com os problemas que encontra. (Ainda assim, o filme falha ao mostrar as lembranças "antigas" do rapaz sendo apagadas, já que, aparentemente, ele jamais esquece os "mundos" paralelos que visita.) E o que é melhor: determinados a explorar a premissa ao máximo, Gruber e Bress desenvolvem soluções bastante criativas para os dramas do herói, como, por exemplo, ao explicarem o que ocorria durante os "acessos" deste, e, é claro, ao incluírem uma seqüência em que o protagonista tenta convencer um outro personagem de que é capaz de viajar no tempo.
Por outro lado, os roteiristas falham ao apostarem apenas em mudanças extremamente radicais entre as realidades paralelas visitadas por Evan, que sempre incluem a morte de algum indivíduo próximo a ele ou alguma tragédia do tipo e, em muitos casos, o recurso soa forçado (como na cena em que a mãe do rapaz surge doente). E o que é pior: o herói nunca encontra muitas dificuldades para identificar exatamente qual é o problema a ser "corrigido", já que não há a menor sutileza no roteiro e isto torna a missão de Evan muito fácil, como se ele apenas pensasse: "Hum, preciso consertar X e Y e, para isso, tenho que fazer W e Z". Ora, na vida raramente podemos apontar com precisão o que está 'errado' e O Efeito Borboleta se beneficiaria caso retratasse este fato. Como se não bastasse, o envolvimento entre o sujeito e sua amiga de infância soa forçado, como se, de uma hora para outra, uma paixão avassaladora tivesse sido exigida pelo roteiro.
Assumindo um personagem dramático pela primeira vez em sua carreira, Ashton Kutcher (Recém-Casados) revela-se uma escolha inadequada para o papel. Não que ele seja um desastre; o fato é que o ator simplesmente não possui o 'peso' necessário para sustentar uma trama carregada como esta e sua bagagem cômica representa uma terrível distração, dificultando, para o espectador, a tarefa de levá-lo a sério. (Porém, não havia muita escolha, já que foi somente graças a Kutcher que o projeto saiu da gaveta daí seu crédito de produtor executivo). Já Amy Smart se sai melhor ao viver diversas versões da sofrida Kayleigh, enquanto os talentosos Eric Stoltz e Melora Walters pouco fazem como o mau-caráter Sr. Miller e a abnegada mãe de Evan.
Embora se mostre corajoso ao incluir seqüências que envolvem pedofilia, violência contra animais e abuso sexual entre prisioneiros, O Efeito Borboleta comete um terrível erro em seu ato final: depois de sugerir uma explicação surpreendente (oferecida por um certo Dr. Redfield) que o engrandeceria, o roteiro não apenas descarta a idéia como ainda apela para uma solução que trai todas as regras determinadas pela própria história, o que é lamentável.
Assim, é impossível evitar uma certa sensação de decepção, já que o filme esteve muito perto de se tornar brilhante como o similar (mas vastamente superior) Donnie Darko. Pena que a dupla de roteiristas não pôde realizar façanha semelhante à de seu herói e voltar no tempo a fim de rever suas decisões. Este terceiro ato bem que merecia uma nova chance.

OBS: O texto acima foi extraido do site: Cinema - www.cinema.art.br e do site
Cinepop - www.cinepop.com.br


Por Mim:

Achei o filme surpreendendte, pois confesso que quando fui assisti-lo, minhas experctativas não eram as melhores, pois havia ouvido comentários a respeito, dos quais não me chamaram a atenção, mas de curiosa eu fui ver....
Bem como disse o filme realmente me surpreendeu, pois além de ter um elenco composto por atores pouco conhecidos - isso é bom, pois eles não ficam naquela de um querer aparecer mais que o outro - o filme trás uma história que chama a atenção das pessoas para a tela, fica impossível se quer "piscar", pois ficamos apreensivos a cada segundo, depois que passa do meio do filme, onde "Evan" passam a mudar o seu passado.
As coisas acontecem e quem esta de fora assistindo, fica louco para se meter e avisar o cara que assim como esta fazendo não vai dar certo, enfim...
Recomendo este filme, pelo enredo entusiasmante e também para as meninas, recomendo pelo ator....rsrsrs
Créditos