Terça-feira, Dezembro 25, 2007

Auto-Estima

Tais atitudes foram escritas para as mulheres, mas também servem para os homens. Aliás, são atitudes humanas e criativas. Basta adaptar à sua realidade.


1. Permitir-se ser mulher, com direito a tudo que a feminilidade lhe garante: demonstrar suas fragilidades, expor seus sentimentos, cuidar de quem ama e deixar-se ser cuidada.

2. Olhar para si mesma, diante do espelho, cuidadosamente, até descobrir o que tem de mais interessante em seu corpo. Ex.: boca, sorriso, olhar, coxas, mãos, jeito de falar, etc. A partir de então, aprender a usar isso a seu favor, sempre de modo construtivo e criativo.

3. De vez em quando, transformar um dia sacal num dia especial, fazendo algo de que gosta muito sem pensar demais no tempo ou no custo, ainda que seja importante não ultrapassar demais os limites impostos por sua realidade. Enfim, é o seu dia, simplesmente porque você merece!

4. Acreditar num grande amor e, por conseguinte, disponibilizar- se inteiramente para vivê-lo, sem tantas ressalvas, sem tantos medos. E, de preferência, entender que é bem melhor e mais prazeroso viver isso com alguém que também esteja disponível.

5. Acariciar-se – literalmente – por inteira, com um creme de sua preferência. Tocar cada parte de seu corpo, inclusive o rosto e os pés, como se estivesse acolhendo toda a sua alma. E, ao terminar, olhar-se no espelho. Seu brilho estará renovado!

6. Alimentar suas fantasias sexuais sem culpa. Claro que não é preciso realizar todas, mas o simples fato de se autorizar a fantasiar já é o suficiente para descobrir sua sensualidade e vivê-la mais plenamente.

7. Ser mãe, mesmo que não seja de um filho gerado em seu próprio ventre. Talvez, nem seja preciso ter uma criança em casa. Basta exercer seu instinto materno com sobrinhos, crianças carentes ou algum pequenino por quem seu coração tenha maior afeição. Ou seja, cuidar de alguém que precise de você, com dedicação especial.

8. Tomar atitudes produtivas para modificar aquilo que desejar. Seja perder peso, conseguir uma promoção, mudar de área profissional, reconquistar um amor ou recomeçar o casamento. Enfim, arriscar em nome de seu próprio coração.

9. Fazer terapia ou qualquer trabalho de autoconhecimento. Refletir sobre si mesma para conseguir redimensionar seus sentimentos e se aproximar mais de sua realidade pessoal. Sentir-se em franco processo de autodescoberta porque esta é uma oportunidade incrível de reconhecer seu potencial e viabilizar seus planos.

10. Tentar, sempre! Quantas vezes forem necessárias; e não desistir até que se sinta feliz com a vida que tem vivido. Proponha uma conversa, uma viagem, faça um curso, leia um livro, escreva uma poesia, cante alto, realize qualquer coisa, mas realize! Encontre-se no âmago de si mesma e descubra-se feliz... porque ser você tem que valer a pena!


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O Efeito Borboleta (The Butterfly Effect)




Não corra atrás das borboletas; plante uma flor em seu jardim e todas as borboletas virão até ela.




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Olá!!!
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EFEITO BORBOLETA !!!
Sou A Borboleta,
tenho 26 anos,
Sopro velinhas no dia 29/08,
Sou de - RS - Brasil
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Adjetivo: Prestativa;
Amigo(a): Deus e Minha Mãe;
Amizade: Cada amigo que colhemos no jardim da vida tem sua essência, alguns tem ela mais concentrada, outros mais equilibrada e outros ainda tão suave que somente com a alma podemos sentí-la..
Amor: O Amor não é pra mim, o Amor é para os que acreditam nele;
Barulho: da Chuva;
Bebida: H2O;
Brincos: 1 na orelha esquerda, 3 na orelha direita;
Cheiro: De chuva molhando a terra e de Erva doce;
Cigarro: Odeio;
Defeito: Impulsividade;
Eu: "Só falo com os da minha espécie".
Flor: Rosa e Orquidea;
Frase: Posso me adaptar a qualquer situação, mas jamais mudar a minha essência;
Gesto: Abraço (carinho);
Instrumento: piano;
Livro: Espiritas;
Lugar: onde eu posso ficar só;
Música: The Wall (Pink Floyd);
Piercing: não é pra mim;
Refúgio: Deus
Religião: respeito todas
Sentimento: amizade e compaixão;
Sobre o Amor: Príncipe Encantado só há um e está na cama com a Cinderela;
Tatuagem: uma borboleta azul nas costas;
Verbo: Creer;
Virtude: sinceridade (dizem que às vezes é um grave defeito) e amizade;


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Curto rock n' Roll e Heavy Metal, isso é óbvio e as bandas que curto são:

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=> 10 Coisas que odeio em Você ( esse é típico rsrs);
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=> O Chamado ( Nossa que medo ...);
=> Gaiola das Loucas ( muito engraçado aquelas bichas rsrs);
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=> Oléo de Lorenzo(Emocionante);
=> Efeito Borboleta ( Nossa, sai de lá chocada com tudo e mais ainda com a beleza do ator..nooossaa!!!);
=> Nunca fui Beijada ( Lembrei de qdo era feia demais p ser beijada);
=> Jogos Mortais (muito bem bolado);



*---* Blogs dos Amigos:: *---*


A pedidos eu resolvi colocar aqui algumas coisinhas sobre o Filme que tem o mesmo nome do meu Blog.


Elenco:

Ashton Kutcher, Amy Smart, Eric Stoltz, Elden Henson, Ethan Suplee, Melora Walters
Direção: Eric Bress
Gênero: Suspense
Estúdio: Europa Filmes
Estréia: 16 de Julho de 2004

Sinopse:
Ashton Kutcher é Evan Treborn, jovem estudante de psicologia que teve diversos problemas enquanto criança e adolescente, sofrendo de desmaios e bloqueios de memória. Após reencontro com seu amor de infância, Kayleigh (Amy Smart, de ''Tá Todo Mundo Louco''), Evan descobre que, ao ler seu diário, consegue enviar sua consciência adulta para o passado, em seu corpo de criança. Ele altera atitudes e muda completamente o seu destino, de sua namorada e amigos. Mas Evan rapidamente descobre que ter o dom de manipular o passado, não significa controlar o futuro.


Um pouco mais sobre o filme:

Temas do Filme
A faixa que finaliza O Efeito Borboleta é “Stop Crying Your Heart Out”, com Oasis. Aproveitando, para quem se interessou também pelo trailer deste filme, a banda que aparece é a Staind, com a música “It's Been a While”. By Cinema em Cena



Depois de passar a infância e a adolescência sofrendo acessos misteriosos que deixaram verdadeiras lacúnas em sua memória, o jovem Evan (Kutcher) descobre, por acaso, que a leitura de seus antigos diários, que registram os momentos dos 'apagões', é capaz de levá-lo de volta no tempo, permitindo que ele altere acontecimentos de seu passado. Infelizmente, ao retornar ao presente, ele percebe que suas ações resultaram em graves repercussões para várias pessoas ¿ e suas tentativas seguintes de 'consertar' tudo vão complicando as coisas ainda mais.
Escrito por J. Mackye Gruber e Eric Bress (também co-diretores do projeto), que já haviam brincado com a noção de "alterar o destino" em Premonição 2 , o filme investe sua meia hora inicial no desenvolvimento da premissa, sem deixar que o espectador perceba claramente para onde tudo está caminhando e, com isso, consegue criar um bom clima de tensão ao mesmo tempo em que apresenta seus personagens, que, em suas versões mais jovens, são interpretados por atores-mirins surpreendentemente talentosos. Além disso, a extensa introdução da narrativa cumpre o importante papel de estabelecer situações que serão revisitadas várias vezes ao longo da projeção, o que é fundamental para que o público possa compreender o que irá ocorrer.
Aliás, é justamente esta fluidez na cronologia da história que transforma O Efeito Borboleta em um longa sempre envolvente: a cada "viagem" que faz, Evan ganha novas memórias referentes às realidades que cria o que, ao mesmo tempo em que o surpreende, o prepara para lidar com os problemas que encontra. (Ainda assim, o filme falha ao mostrar as lembranças "antigas" do rapaz sendo apagadas, já que, aparentemente, ele jamais esquece os "mundos" paralelos que visita.) E o que é melhor: determinados a explorar a premissa ao máximo, Gruber e Bress desenvolvem soluções bastante criativas para os dramas do herói, como, por exemplo, ao explicarem o que ocorria durante os "acessos" deste, e, é claro, ao incluírem uma seqüência em que o protagonista tenta convencer um outro personagem de que é capaz de viajar no tempo.
Por outro lado, os roteiristas falham ao apostarem apenas em mudanças extremamente radicais entre as realidades paralelas visitadas por Evan, que sempre incluem a morte de algum indivíduo próximo a ele ou alguma tragédia do tipo e, em muitos casos, o recurso soa forçado (como na cena em que a mãe do rapaz surge doente). E o que é pior: o herói nunca encontra muitas dificuldades para identificar exatamente qual é o problema a ser "corrigido", já que não há a menor sutileza no roteiro e isto torna a missão de Evan muito fácil, como se ele apenas pensasse: "Hum, preciso consertar X e Y e, para isso, tenho que fazer W e Z". Ora, na vida raramente podemos apontar com precisão o que está 'errado' e O Efeito Borboleta se beneficiaria caso retratasse este fato. Como se não bastasse, o envolvimento entre o sujeito e sua amiga de infância soa forçado, como se, de uma hora para outra, uma paixão avassaladora tivesse sido exigida pelo roteiro.
Assumindo um personagem dramático pela primeira vez em sua carreira, Ashton Kutcher (Recém-Casados) revela-se uma escolha inadequada para o papel. Não que ele seja um desastre; o fato é que o ator simplesmente não possui o 'peso' necessário para sustentar uma trama carregada como esta e sua bagagem cômica representa uma terrível distração, dificultando, para o espectador, a tarefa de levá-lo a sério. (Porém, não havia muita escolha, já que foi somente graças a Kutcher que o projeto saiu da gaveta daí seu crédito de produtor executivo). Já Amy Smart se sai melhor ao viver diversas versões da sofrida Kayleigh, enquanto os talentosos Eric Stoltz e Melora Walters pouco fazem como o mau-caráter Sr. Miller e a abnegada mãe de Evan.
Embora se mostre corajoso ao incluir seqüências que envolvem pedofilia, violência contra animais e abuso sexual entre prisioneiros, O Efeito Borboleta comete um terrível erro em seu ato final: depois de sugerir uma explicação surpreendente (oferecida por um certo Dr. Redfield) que o engrandeceria, o roteiro não apenas descarta a idéia como ainda apela para uma solução que trai todas as regras determinadas pela própria história, o que é lamentável.
Assim, é impossível evitar uma certa sensação de decepção, já que o filme esteve muito perto de se tornar brilhante como o similar (mas vastamente superior) Donnie Darko. Pena que a dupla de roteiristas não pôde realizar façanha semelhante à de seu herói e voltar no tempo a fim de rever suas decisões. Este terceiro ato bem que merecia uma nova chance.

OBS: O texto acima foi extraido do site: Cinema - www.cinema.art.br e do site
Cinepop - www.cinepop.com.br


Por Mim:

Achei o filme surpreendendte, pois confesso que quando fui assisti-lo, minhas experctativas não eram as melhores, pois havia ouvido comentários a respeito, dos quais não me chamaram a atenção, mas de curiosa eu fui ver....
Bem como disse o filme realmente me surpreendeu, pois além de ter um elenco composto por atores pouco conhecidos - isso é bom, pois eles não ficam naquela de um querer aparecer mais que o outro - o filme trás uma história que chama a atenção das pessoas para a tela, fica impossível se quer "piscar", pois ficamos apreensivos a cada segundo, depois que passa do meio do filme, onde "Evan" passam a mudar o seu passado.
As coisas acontecem e quem esta de fora assistindo, fica louco para se meter e avisar o cara que assim como esta fazendo não vai dar certo, enfim...
Recomendo este filme, pelo enredo entusiasmante e também para as meninas, recomendo pelo ator....rsrsrs


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